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Mercado imobiliário busca se adaptar ao perfil da Geração Z

  • 03/01/2024

Preferências e necessidades de jovens têm ditado tendências no setor. Fundador da rede de moradias estudantis Uliving destaca a importância de espaços de convivência e lazer, tecnologia integrada e promoção de diversidade e inclusão.

De acordo com um levantamento feito em 2022 pela plataforma de lançamentos de imóveis Apto com clientes nascidos entre 1998 e 2004, ou seja, jovens com idades entre 18 e 24 anos, esse público prefere morar próximo a faculdades, hospitais, estações de metrô ou trem, shopping centers e pontos comerciais.

Além disso, o levantamento mostrou que, entre os maiores atrativos que os jovens da atualidade buscam em um empreendimento, estão ampla área de lazer, bicicletário, pet places, coworking e wi-fi em áreas comuns.

As preferências e as necessidades desses novos consumidores da chamada Geração Z já têm tido impacto no mercado imobiliário e causado, nos últimos anos, o aumento da oferta de imóveis mais compactos, com boa localização, itens de design e infraestrutura. Essas novidades têm sido implementadas também no segmento de moradias estudantis, que são tipos de residências destinadas a estudantes da educação superior (graduação ou pós-graduação) que moram longe da instituição de ensino.

"Os jovens têm dado mais importância ao ambiente de convivência, interação social e oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional", afirma Juliano Antunes, fundador e CEO da Uliving, que oferece apartamentos e studios mobiliados para estudantes em cinco cidades brasileiras.

De acordo com Antunes, para atender às demandas da Geração Z, que aspira a um equilíbrio entre os estudos, o trabalho e a vida social, tais moradias têm de ser próximas de universidades e dispor não só de acomodações confortáveis e funcionais, mas também de espaços de convivência, áreas de lazer e oportunidades de networking, além de promover eventos culturais e educativos para os moradores.

Para essa parcela de jovens considerados nativos digitais, ou seja, que têm uma relação íntima e intensa com o mundo digital, outro ponto crucial é a tecnologia. Segundo relatório divulgado em 2017 pelo site Mobile Time, trata-se de uma geração que passa em média 4h17 por dia na internet no smartphone e instala cerca de 9 aplicativos por mês no aparelho.

O CEO da Uliving destaca que, para essa geração, é importante ter uma experiência de moradia moderna e mais adequada à sua conveniência. "Esses jovens preferem que todo o processo de aluguel e assinatura de contrato seja feito de forma 100% digital e se sentem mais seguros em ambientes com câmeras de monitoramento e acesso biométrico, por exemplo."

Outro foco, pontua ele, deve ser a valorização da diversidade e da inclusão, com vistas a criar um ambiente acolhedor para estudantes de diferentes origens culturais e étnicas.

 

 

Fonte: terra.com.br



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